... DE COITADINHO A SUPER-HERÓI.
Este é o nome do meu livro, na realidade, esta seria uma tese a ser defendida, em pós graduação, só não aconteceu por falta de um "paitrocinio", faltou grana, bufunfa, grampo e outras designações para dizer falta de verba. Portador de deficiência, e tendo que sustentar família neste país, onde temos que matar um leão por dia não é fácil não, então virou um livro que foi escrito numa LETERA PORTATIL 82, numa média de tres laudas por dia, como não tinha corretor automático, ia colocando xxxxxxxx, onde errava e segue o bonde. Coitado do revisor. Em fim as duras penas o livro saiu, e o caminho para edição final foi outro drama mas depois eu conto.
A verdade é que eu queria dizer, que só existiam dois papeis para o portador de deficiência no BRASIL, ou ele se colocava no papel de COITADINHO ou ele encarnava o papel de SUPER-HERÓI. Com isto eu levantava a tese de que o portador de deficiência perderia a condição de SER HUMANO COMUM, aquele que é chamado pela mídia de passante, de pessoas, e coisa e tal. Para ser uma tese, a ser defendida e tirar dez com louvor, teria que se fazer uma pesquiza (bibliográfica, de campo, etc e tal), acabou virando apenas um livro com 133 paginas publicada pela Editora Iglu, do professor JULIO a quem agradeço.
O mais interessante de tudo isto é que até hoje, "tudo continua como antes no mar de abrantes" e apesar de todos os discursos oficiais e oficiosos temos que mostrar o tempo todo que, somos melhores que os considerados "normais" se quisermos viver com dignidade.ISTO CONTINUA AGUARDEM!!!!!!
Este é o nome do meu livro, na realidade, esta seria uma tese a ser defendida, em pós graduação, só não aconteceu por falta de um "paitrocinio", faltou grana, bufunfa, grampo e outras designações para dizer falta de verba. Portador de deficiência, e tendo que sustentar família neste país, onde temos que matar um leão por dia não é fácil não, então virou um livro que foi escrito numa LETERA PORTATIL 82, numa média de tres laudas por dia, como não tinha corretor automático, ia colocando xxxxxxxx, onde errava e segue o bonde. Coitado do revisor. Em fim as duras penas o livro saiu, e o caminho para edição final foi outro drama mas depois eu conto.
A verdade é que eu queria dizer, que só existiam dois papeis para o portador de deficiência no BRASIL, ou ele se colocava no papel de COITADINHO ou ele encarnava o papel de SUPER-HERÓI. Com isto eu levantava a tese de que o portador de deficiência perderia a condição de SER HUMANO COMUM, aquele que é chamado pela mídia de passante, de pessoas, e coisa e tal. Para ser uma tese, a ser defendida e tirar dez com louvor, teria que se fazer uma pesquiza (bibliográfica, de campo, etc e tal), acabou virando apenas um livro com 133 paginas publicada pela Editora Iglu, do professor JULIO a quem agradeço.
O mais interessante de tudo isto é que até hoje, "tudo continua como antes no mar de abrantes" e apesar de todos os discursos oficiais e oficiosos temos que mostrar o tempo todo que, somos melhores que os considerados "normais" se quisermos viver com dignidade.ISTO CONTINUA AGUARDEM!!!!!!

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