...É REALMENTE UM MAL, MAS...
Precisamos encarar a deficiência como de fato ela é UM MAL, no entanto , se devidamente tratada poderá ter seus efeitos negativos minimizados, e, aquele que por ventura vier ser um portador de uma deficiência possa se integrar ou reintegrar, numa sociedade dita evoluída, tornando-se , dentro das suas limitações, um ser produtivo e conscientemente feliz, vejamos alguns depoimentos:
MARILENE: “normalmente o paciente chega a nós após uma amputação totalmente deprimido, achando que a vida acabou. Para ele a vida terminou. Tornou-se um inválido, vai ficar na cadeira de rodas; ninguém vai ligar para ele . Mas apesar de tudo, quando você consegue fazer uma boa reabilitação, vendo-o sair de alta com outro astral, se cuidando melhor; é extremamente gratificante como ocorreu hoje quando vi um paciente nosso de alta que veio para a primeira revisão da prótese.”
JOÃO BATISTA: “A deficiência é de fato um problema em si mesmo e gerador de problemas maiores quando não tratada devidamente. Não adianta mistificar. Negar isso soa falso”
A situação do hoje chamado de PORTADOR DE NECESSIDADES ESPECIAIS, uma designação sem sentido, posto que não define a condição física, sensorial ou mental da pessoa, é ainda de fato dramática, principalmente nos países emergentes (outro eufemismo) ou pobres como o nosso, uma vez que o acesso a tecnologia é limitado; e o chamado processo de re-habilitação não leva em conta as diferentes personalidade envolvidas, pois, a maioria dos referidos serviços existentes, ainda não é praticado por uma equipe interdisciplinar. Aquilo então que poderia ser “apenas” uma deficiência transforma-se numa total incapacidade deixando o individuo a mercê da caridade alheia ou da “caridade” oficial.
A verdadeira reabilitação deveria acontecer, através de uma equipe interdisciplinar, iniciando-se tão logo acontecesse a constatação de uma deficiência, com o paciente ainda no leito hospitalar, e com foco não só no individuo bem como na sua família, pois que todos os envolvidos no caso devem ser reabilitados ou habilitados para uma nova maneira, de viver integrada ao seu meio e estrutura familiar e social, sem ter que passar por longos períodos de sofrimento com uma nova situação, que poderia ser mais facilmente absorvida, se um atendimento de reabilitação global realmente existisse, como podemos ver no depoimento abaixo:
CARMEM: “A deficiência, quando bem tratada, deixa de ser uma “deficiência” e, como exemplo disso temos um caso de um americano, meu conhecido, que adquiriu uma paraplegia e, graças a um trabalho de reabilitação bem feito, conseguiu seguir exemplarmente sua vida, tendo uma vida econômica, familiar e afetiva bem estruturada. Ele é apenas uma pessoa que tem uma condição física diferente, que a impede de andar, mas eu jamais a consideraria uma pessoa com deficiência, no conceito social mais amplo. Diria que ela é diferente, aliás que diferente somos todos, que usa para se locomover uma cadeira de rodas, mas ela nunca poderá ser considerada uma pessoa com deficiência, tão integrada e levando uma vida absolutamente normal”
Como vêem, a minha hipótese inicial se confirma, uma diferença, não será uma deficiência se bem tratada desde o inicio. É por isto que eu posso afirmar: uma deficiência só se torna um problema grave, numa sociedade onde a saúde é um bem secundário e não faz parte com a devida atenção de uma política pública de saúde.
Precisamos encarar a deficiência como de fato ela é UM MAL, no entanto , se devidamente tratada poderá ter seus efeitos negativos minimizados, e, aquele que por ventura vier ser um portador de uma deficiência possa se integrar ou reintegrar, numa sociedade dita evoluída, tornando-se , dentro das suas limitações, um ser produtivo e conscientemente feliz, vejamos alguns depoimentos:
MARILENE: “normalmente o paciente chega a nós após uma amputação totalmente deprimido, achando que a vida acabou. Para ele a vida terminou. Tornou-se um inválido, vai ficar na cadeira de rodas; ninguém vai ligar para ele . Mas apesar de tudo, quando você consegue fazer uma boa reabilitação, vendo-o sair de alta com outro astral, se cuidando melhor; é extremamente gratificante como ocorreu hoje quando vi um paciente nosso de alta que veio para a primeira revisão da prótese.”
JOÃO BATISTA: “A deficiência é de fato um problema em si mesmo e gerador de problemas maiores quando não tratada devidamente. Não adianta mistificar. Negar isso soa falso”
A situação do hoje chamado de PORTADOR DE NECESSIDADES ESPECIAIS, uma designação sem sentido, posto que não define a condição física, sensorial ou mental da pessoa, é ainda de fato dramática, principalmente nos países emergentes (outro eufemismo) ou pobres como o nosso, uma vez que o acesso a tecnologia é limitado; e o chamado processo de re-habilitação não leva em conta as diferentes personalidade envolvidas, pois, a maioria dos referidos serviços existentes, ainda não é praticado por uma equipe interdisciplinar. Aquilo então que poderia ser “apenas” uma deficiência transforma-se numa total incapacidade deixando o individuo a mercê da caridade alheia ou da “caridade” oficial.
A verdadeira reabilitação deveria acontecer, através de uma equipe interdisciplinar, iniciando-se tão logo acontecesse a constatação de uma deficiência, com o paciente ainda no leito hospitalar, e com foco não só no individuo bem como na sua família, pois que todos os envolvidos no caso devem ser reabilitados ou habilitados para uma nova maneira, de viver integrada ao seu meio e estrutura familiar e social, sem ter que passar por longos períodos de sofrimento com uma nova situação, que poderia ser mais facilmente absorvida, se um atendimento de reabilitação global realmente existisse, como podemos ver no depoimento abaixo:
CARMEM: “A deficiência, quando bem tratada, deixa de ser uma “deficiência” e, como exemplo disso temos um caso de um americano, meu conhecido, que adquiriu uma paraplegia e, graças a um trabalho de reabilitação bem feito, conseguiu seguir exemplarmente sua vida, tendo uma vida econômica, familiar e afetiva bem estruturada. Ele é apenas uma pessoa que tem uma condição física diferente, que a impede de andar, mas eu jamais a consideraria uma pessoa com deficiência, no conceito social mais amplo. Diria que ela é diferente, aliás que diferente somos todos, que usa para se locomover uma cadeira de rodas, mas ela nunca poderá ser considerada uma pessoa com deficiência, tão integrada e levando uma vida absolutamente normal”
Como vêem, a minha hipótese inicial se confirma, uma diferença, não será uma deficiência se bem tratada desde o inicio. É por isto que eu posso afirmar: uma deficiência só se torna um problema grave, numa sociedade onde a saúde é um bem secundário e não faz parte com a devida atenção de uma política pública de saúde.

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