... (continuação)
OBS: para melhor entender esta postagem, veja a anterior que está abaixo desta.
Como ia dizendo, o melhor que pode acontecer, é conhecimento mais cedo possível da deficiência e suas implicações no cotidiano da família e do individuo. Ficar empurrando com a barriga, criando falsas expectativas, de fabulosas melhoras é só para quem nunca viu ou nunca usou uma cadeira de rodas, uma prótese, uma órtese e outros aparelhos auxiliares. Vejamos o depoimento abaixo.
FALCÃO: “É uma ansiedade fora de controle, que deixa a pessoa sem condições de cumprir as mais simples tarefas cotidianas, assinar cheques em público, tomar um taxi ou comer em restaurantes.”
Este depoimento acima, não é bem um depoimento, pois, foi extraído de um artigo assinado por Luiz Augusto Falcão e fala sobre a Síndrome de Pânico, que não é classificada como uma deficiência no seu sentido mais restrito do termo.
A conclusão que chegamos, sem confirmação cientifica, é que uma deficiência seja ela: física, sensorial , orgânica e...só se torna de fato um PROBLEMA, UMA, DEFICIÊNCIA. QUANDO NÃO TRATADA COM EFICIÊNCIA, que merece. Até uma condição de uma aparente normalidade pode de fato tornar-se um problema, uma deficiência, no seu sentido genérico, se um individuo sente incapaz de realizar as tarefas do dia a dia. Portanto a deficiência só se concretiza de fato, na relação com um meio ambiente hostil.
Podemos então falar das semelhanças e diferenças, entre uma DEFICIÊNCIA APARENTE VERSUS UMA DEFICIÊNCIA INVISÌVEL.
Entendo que nesta questão, cria-se uma grande confusão, pois o cidadão comum não tendo a capacidade para distinguir, e só percebe quando uma deficiência é aparente, aquela em que o individuo usa uma cadeira de rodas, uma bengala e outros instrumentos auxiliares, isto se confunde com o grau de dificuldade, gerando situações constrangedoras para aquele que é portador de uma deficiência.
Diz a “sabedoria” popular que o maior tesouro do homem não é visível, em relação aos valores do ser humano. Porém, para o portador de uma deficiência, (designação de portador de necessidades especiais não está sendo usada porque o autor discorda do termo). A questão, entretanto é de extrema importância e bastante controverso, pois, se em momentos cruciais a visibilidade de uma deficiência atrapalha, como na busca por um emprego, em outras pode até ajudar como acontece na divulgação de algum trabalho “excepcional” praticado por alguém numa cadeira de rodas, por exemplo. Vejamos o depoimento abaixo:
JOÃO CARLOS: “O tamanho da deficiência tem muito a ver com o tamanho das cobranças. Mas também depende muito do que as pessoas fazem, da capacidade, de cada um. Por exemplo se comparado com um hemiplégico, o paraplégico é muito mais inválido. Acho isto um grande erro, porque pode haver muito maior produtividade num tetraplégico do que naquele que tem uma lesão cerebral. Varia de caso para caso. Existem muita variáveis que influem. Não só a deficiência não....”O meio também influi muito, dificultando ou facilitando a vida da pessoa com deficiência; outro exemplo se o TOQUINHO (grande parceiro de Vinicius de Morais), meu irmão ficasse com uma seqüela na mão direita com certeza ele teria uma frustração maior.” (continua)
OBS: para melhor entender esta postagem, veja a anterior que está abaixo desta.
Como ia dizendo, o melhor que pode acontecer, é conhecimento mais cedo possível da deficiência e suas implicações no cotidiano da família e do individuo. Ficar empurrando com a barriga, criando falsas expectativas, de fabulosas melhoras é só para quem nunca viu ou nunca usou uma cadeira de rodas, uma prótese, uma órtese e outros aparelhos auxiliares. Vejamos o depoimento abaixo.
FALCÃO: “É uma ansiedade fora de controle, que deixa a pessoa sem condições de cumprir as mais simples tarefas cotidianas, assinar cheques em público, tomar um taxi ou comer em restaurantes.”
Este depoimento acima, não é bem um depoimento, pois, foi extraído de um artigo assinado por Luiz Augusto Falcão e fala sobre a Síndrome de Pânico, que não é classificada como uma deficiência no seu sentido mais restrito do termo.
A conclusão que chegamos, sem confirmação cientifica, é que uma deficiência seja ela: física, sensorial , orgânica e...só se torna de fato um PROBLEMA, UMA, DEFICIÊNCIA. QUANDO NÃO TRATADA COM EFICIÊNCIA, que merece. Até uma condição de uma aparente normalidade pode de fato tornar-se um problema, uma deficiência, no seu sentido genérico, se um individuo sente incapaz de realizar as tarefas do dia a dia. Portanto a deficiência só se concretiza de fato, na relação com um meio ambiente hostil.
Podemos então falar das semelhanças e diferenças, entre uma DEFICIÊNCIA APARENTE VERSUS UMA DEFICIÊNCIA INVISÌVEL.
Entendo que nesta questão, cria-se uma grande confusão, pois o cidadão comum não tendo a capacidade para distinguir, e só percebe quando uma deficiência é aparente, aquela em que o individuo usa uma cadeira de rodas, uma bengala e outros instrumentos auxiliares, isto se confunde com o grau de dificuldade, gerando situações constrangedoras para aquele que é portador de uma deficiência.
Diz a “sabedoria” popular que o maior tesouro do homem não é visível, em relação aos valores do ser humano. Porém, para o portador de uma deficiência, (designação de portador de necessidades especiais não está sendo usada porque o autor discorda do termo). A questão, entretanto é de extrema importância e bastante controverso, pois, se em momentos cruciais a visibilidade de uma deficiência atrapalha, como na busca por um emprego, em outras pode até ajudar como acontece na divulgação de algum trabalho “excepcional” praticado por alguém numa cadeira de rodas, por exemplo. Vejamos o depoimento abaixo:
JOÃO CARLOS: “O tamanho da deficiência tem muito a ver com o tamanho das cobranças. Mas também depende muito do que as pessoas fazem, da capacidade, de cada um. Por exemplo se comparado com um hemiplégico, o paraplégico é muito mais inválido. Acho isto um grande erro, porque pode haver muito maior produtividade num tetraplégico do que naquele que tem uma lesão cerebral. Varia de caso para caso. Existem muita variáveis que influem. Não só a deficiência não....”O meio também influi muito, dificultando ou facilitando a vida da pessoa com deficiência; outro exemplo se o TOQUINHO (grande parceiro de Vinicius de Morais), meu irmão ficasse com uma seqüela na mão direita com certeza ele teria uma frustração maior.” (continua)

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